
Mudanças climáticas
Oito tecnologias para reduzir sete gigaton de CO2
03/07/2009
Por: Paula Scheidt, CarbonoBrasil
Cientistas, investidores e executivos norte-americanos defendem que o investimento maciço em inovações já disponíveis no mercado levará a estabilização do clima em 2020, fornecerá 60% da nova demanda energética e poderá gerar cinco milhões de empregos. O Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC) recomenda que a concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera seja de 450 partes por milhão em 2020 para evitar as piores previsões de mudanças climáticas. Para alcançar isto, é preciso reduzir as emissões de CO2 em cinco a sete gigatoneladas.
Construções ecoeficientes
Lançada etiqueta que classifica edifícios conforme o consumo de energia
03/07/2009
Por: Daniel Mello, Agência Brasil
A Eletrobrás e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) lançaram ontem (2/7) a Etiqueta de Eficiência Energética de Edificações Comerciais, de Serviços e Públicos, que vai classificar os prédios conforme seu consumo de energia. A iniciativa faz parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE).
Jirau
ESBR assina contrato de R$ 7 bi com BNDES para financiar hidrelétrica
03/07/2009
Por: Luana Lourenço, Agência Brasil
A Energia Sustentável do Brasil (ESBR), empresa responsável pela construção da Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (Rondônia) anunciou ontem (2/7) que assinou com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) contratos de R$ 7,2 bilhões para financiamento da obra. O valor representa 68,5% do custo total da usina – R$ 10 bilhões – e o restante será pago pelas empresas sócias no consórcio: Camargo Corrêa, Chesf, Eletrosul e a francesa GDF Suez.
Entrevista: Jean Marc Von der Weid
Agrocombustíveis: o planeta suporta?
03/07/2009
Por: IHU On-line
Os agrocombustíveis aparecem como uma das possíveis soluções para os problemas ambientais e um novo modelo de matriz energética, mais limpa, sustentável e ecologicamente correta. Diante de tantas promessas, o economista Jean Marc Von der Weid alerta: “Apresentam essa alternativa como se ela pudesse ter influência significativa no abastecimento de combustíveis líquidos no mundo, quando na verdade não existe a possibilidade de se ter um efeito marginal”. Em entrevista à IHU On-Line, o economista é enfático e assegura que “a necessidade de terras que envolve uma substituição maciça de gasolina ou óleo diesel por agrocombustível é impossível de ser suportada pelo planeta”. Leia na íntegra.
Debate
V Congresso Nacional de Excelência em Gestão é realizado esta semana
02/07/2009
Por: Maria Fernanda Romero, Redação TN
Começa hoje e vai até sábado (4/6), o V Congresso Nacional de Excelência em Gestão. O evento pretende promover a difusão e integração dos conhecimentos sobre a gestão do conhecimento para a sustentabilidade, por meio de palestras, workshops e demais atividades que permitam a exploração das experiências e práticas em gestão.
Escravidão e queimadas
Governo aperta o cerco nas plantações de cana
02/07/2009
Por: Assessoria de imprensa
Os empresários brasileiros do setor sucroalcooleiro vão garantir melhores condições de trabalho, renda e benefícios às pessoas que vivem do cultivo da cana-de-açúcar. O anúncio foi feito de forma enfática pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra, Suíça. O objetivo principal é acabar com o trabalho escravo no setor, dando sustentabilidade e agregando valor ao açúcar e etanol brasileiros.
Mapeamento detalhado
Atlas revela perfil agrário do Brasil
02/07/2009
Por: Jornal Unesp
A política agrária brasileira nas últimas décadas não alterou a elevada concentração de terras e o modelo agrícola voltado para culturas de exportação, nem melhorou o volume de oportunidades de trabalho no campo, além de ter contribuído para a devastação da floresta amazônica. A conclusão é do geógrafo Eduardo Girardi, autor de um abrangente e detalhado atlas sobre o setor agrário brasileiro, resultado de sua tese de doutorado desenvolvida na Faculdade de Ciências e Tecnologia, câmpus de Presidente Prudente (FCT). Sustentado por cerca de 300 mapas, o estudo de Girardi aborda a pobreza, o desmatamento, a distribuição da posse fundiária, o agronegócio, os conflitos agrários e a política de assentamentos dos últimos anos.
Carbono
OMC diz que taxação pode ser necessária
02/07/2009
Por: Fabiano Ávila, Carbono Brasil
Na possível falta de um acordo global para reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2), a OMC admitiu que uma taxa sobre mercadorias provenientes de nações que não tiverem um esquema de corte de emissões pode ser necessária para garantir a mitigação do aquecimento global e manter o equilíbrio do comércio internacional. Tal medida evitaria que os benefícios climáticos obtidos com o corte de emissões em determinados países fossem anulados pela importação de produtos de nações que não impõem controle sobre o carbono de suas indústrias, e que, por isso são mais baratos. Este problema é chamado de ‘vazamento de carbono’ (carbon leakage).
Recursos hídricos
Fórum Águas do Rio debate panorama atual e perspectivas futuras no país
02/07/2009
Por: Redação TN / Assessoria de imprensa
O uso racional dos recursos hídricos está na ordem do dia. Governantes, políticos, empresários, pesquisadores e sociedade em geral finalmente despertam para esta questão crucial para o desenvolvimento social e econômico do mundo. Com o objetivo de criar um ambiente equilibrado de debates e buscar alternativas para o problema, a Synergia Editora e o Centro Cultural da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro (SEAERJ) promovem amanhã (sexta-feira, 3/7), no Rio de Janeiro, o Fórum Águas do Rio e o Futuro da Água no Brasil.
Seca e savanização
Amazônia é mais vulnerável ao aquecimento global do que estimado
02/07/2009
Por: Carbono Brasil / Environmental News Network
Pesquisadores ingleses publicaram nesta semana no periódico Nature Geoscience um relatório no qual afirmam que 20% a 40% da Amazônia desaparecerá até o fim do século mesmo se a temperatura global subir apenas 2°C. De acordo com Chris Jones, pesquisador do United Kingdom"s Met Office, "os modelos prevêem uma grande seca na região, fazendo as árvores mais vulneráveis ao fogo. O calor ainda dificultaria o crescimento por completo da vegetação”. O clima já está 1°C acima dos níveis anteriores à revolução industrial, mas o aumento da concentração de gases do efeito estufa deve fazer a temperatura subir ainda mais nas próximas décadas.