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Agora, revelaçőes sobre manipulaçőes e fraudes nos relatórios climáticos mostram que os céticos devem ser levados a sério Okky de Souza  HYPERLINK "http://veja.abril.com.br/" \t "_blank" Revista Veja – 24/02/2010 Nos últimos anos, a discussăo sobre o aquecimento global e suas consequęncias se tornou onipresente entre governos, empresas e cidadăos. É louvável que todos queiram salvar o planeta, mas o debate sobre como fazę-lo chegou ao patamar da irracionalidade. Entre cientistas e ambientalistas, estabeleceu-se uma espécie de fervor fanático e doutrinário pelas conclusőes pessimistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgăo da ONU. Segundo elas, ou se tomam providęncias radicais para cortar as emissőes de gases do efeito estufa decorrentes da atividade humana, ou o mundo chegará ao fim do século XXI ŕ beira de uma catástrofe. Nos últimos tręs meses, numa reviravolta espetacular, a doutrina do aquecimento global vem se desmanchando na esteira de uma série de escândalos. Descobriu-se que muitas das pesquisas que dăo sustentaçăo aos relatórios emitidos pelo IPCC năo passam de especulaçăo sem base científica. Pior que isso: os cientistas que conduzem esses estudos manipularam dados para amparar suas conclusőes. O primeiro abalo na doutrina do aquecimento global se deu no fim do ano passado, quando um grupo de hackers capturou e divulgou mais de 1 000 e-mails trocados entre cientistas ligados ŕ Universidade de East Anglia, na Inglaterra, o principal centro mundial de climatologia. As mensagens revelam que cientistas distorceram gráficos para provar que o planeta nunca esteve tăo quente nos últimos 1 000 anos. As trocas de e-mails também mostraram que os climatologistas defensores da tese do aquecimento global boicotam os colegas que divergem de suas opiniőes, recusando-se a repassar dados das pesquisas que realizam. Os e-mails deixam claro, ainda, que o grupo dos catastrofistas age para tentar impedir que os céticos (como săo chamados os cientistas que divergem das teses do IPCC) publiquem seus trabalhos nas revistas científicas mais prestigiadas. O climatologista inglęs Phil Jones, diretor do Centro de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia, sumo sacerdote do dogma da mudança climática e responsável pelos e-mails mais comprometedores, protagonizou o episódio mais dramático de reconhecimento de que muito do que divulga o IPCC năo passa de má cięncia. Em entrevista concedida depois de se tornar público que ele próprio tinha manipulado dados, Jones admitiu que, em dois períodos (1860-1880 e 1910-1940), o mundo viveu um aquecimento global semelhante ao que ocorre agora, sem que se possa culpar a atividade humana por isso. O climatologista reconheceu também que desde 1995 o mundo năo experimenta aquecimento algum. A reputaçăo do IPCC sofreu um abalo tectônico no início do ano, quando se descobriu um erro grosseiro numa das pesquisas que compőem seu último relatório, divulgado em 2007. O texto afirma que as geleiras do Himalaia podem desaparecer até 2035, por causa do aquecimento global. O derretimento teria consequęncias devastadoras para bilhőes de pessoas na Ásia que dependem da água produzida pelo degelo nas montanhas. Os próprios cientistas que compőem o IPCC reconheceram que a previsăo năo tem o menor fundamento científico e foi elaborada com base em uma especulaçăo. O mais espantoso é que essa bobagem foi tratada como verdade incontestável por tręs anos, desde a publicaçăo do documento. Năo demorou para que a fraude fosse creditada a interesses pessoais do presidente do IPCC, o climatologista indiano Rajendra Pachauri, cuja renúncia vem sendo pedida com veemęncia por muitos cientistas. Pachauri é diretor do instituto de pesquisas Teri, de Nova Délhi, agraciado pela Fundaçăo Carnegie, dos Estados Unidos, com um fundo de meio milhăo de dólares destinado a realizar pesquisas... nas geleiras do Himalaia. A mentira sobre o Himalaia já havia sido denunciada por um estudo encomendado pelo Ministério do Ambiente da Índia, mas o documento foi desqualificado por Pachauri como sendo "cięncia de vodu". Os relatórios do IPCC săo elaborados por 3 000 cientistas de todo o mundo e, por enquanto, formam o melhor conjunto de informaçőes disponível para estudar os fenômenos climáticos. O erro está em considerá-lo infalível e, o que é pior, transformar suas conclusőes em dogmas. Nos últimos anos, a discussăo sobre o aquecimento global e suas consequęncias se tornou onipresente entre governos, empresas e cidadăos. É louvável que todos queiram salvar o planeta, mas o debate sobre como fazę-lo chegou ao patamar da irracionalidade. Entre cientistas e ambientalistas, estabeleceu-se uma espécie de fervor fanático e doutrinário pelas conclusőes pessimistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgăo da ONU. Segundo elas, ou se tomam providęncias radicais para cortar as emissőes de gases do efeito estufa decorrentes da atividade humana, ou o mundo chegará ao fim do século XXI ŕ beira de uma catástrofe. Nos últimos tręs meses, numa reviravolta espetacular, a doutrina do aquecimento global vem se desmanchando na esteira de uma série de escândalos. Descobriu-se que muitas das pesquisas que dăo sustentaçăo aos relatórios emitidos pelo IPCC năo passam de especulaçăo sem base científica. Pior que isso: os cientistas que conduzem esses estudos manipularam dados para amparar suas conclusőes. O primeiro abalo na doutrina do aquecimento global se deu no fim do ano passado, quando um grupo de hackers capturou e divulgou mais de 1 000 e-mails trocados entre cientistas ligados ŕ Universidade de East Anglia, na Inglaterra, o principal centro mundial de climatologia. As mensagens revelam que cientistas distorceram gráficos para provar que o planeta nunca esteve tăo quente nos últimos 1 000 anos. As trocas de e-mails também mostraram que os climatologistas defensores da tese do aquecimento global boicotam os colegas que divergem de suas opiniőes, recusando-se a repassar dados das pesquisas que realizam. Os e-mails deixam claro, ainda, que o grupo dos catastrofistas age para tentar impedir que os céticos (como săo chamados os cientistas que divergem das teses do IPCC) publiquem seus trabalhos nas revistas científicas mais prestigiadas. O climatologista inglęs Phil Jones, diretor do Centro de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia, sumo sacerdote do dogma da mudança climática e responsável pelos e-mails mais comprometedores, protagonizou o episódio mais dramático de reconhecimento de que muito do que divulga o IPCC năo passa de má cięncia. Em entrevista concedida depois de se tornar público que ele próprio tinha manipulado dados, Jones admitiu que, em dois períodos (1860-1880 e 1910-1940), o mundo viveu um aquecimento global semelhante ao que ocorre agora, sem que se possa culpar a atividade humana por isso. O climatologista reconheceu também que desde 1995 o mundo năo experimenta aquecimento algum. A reputaçăo do IPCC sofreu um abalo tectônico no início do ano, quando se descobriu um erro grosseiro numa das pesquisas que compőem seu último relatório, divulgado em 2007. O texto afirma que as geleiras do Himalaia podem desaparecer até 2035, por causa do aquecimento global. O derretimento teria consequęncias devastadoras para bilhőes de pessoas na Ásia que dependem da água produzida pelo degelo nas montanhas. Os próprios cientistas que compőem o IPCC reconheceram que a previsăo năo tem o menor fundamento científico e foi elaborada com base em uma especulaçăo. O mais espantoso é que essa bobagem foi tratada como verdade incontestável por tręs anos, desde a publicaçăo do documento. Năo demorou para que a fraude fosse creditada a interesses pessoais do presidente do IPCC, o climatologista indiano Rajendra Pachauri, cuja renúncia vem sendo pedida com veemęncia por muitos cientistas. Pachauri é diretor do instituto de pesquisas Teri, de Nova Délhi, agraciado pela Fundaçăo Carnegie, dos Estados Unidos, com um fundo de meio milhăo de dólares destinado a realizar pesquisas... nas geleiras do Himalaia. A mentira sobre o Himalaia já havia sido denunciada por um estudo encomendado pelo Ministério do Ambiente da Índia, mas o documento foi desqualificado por Pachauri como sendo "cięncia de vodu". Os relatórios do IPCC săo elaborados por 3 000 cientistas de todo o mundo e, por enquanto, formam o melhor conjunto de informaçőes disponível para estudar os fenômenos climáticos. O erro está em considerá-lo infalível e, o que é pior, transformar suas conclusőes em dogmas. #ĺóô'(ABCŢ%óăŢÔĘÔŔÔ¸°ĽOJQJ^JmHsH<OJQJ^J5\mHsH0J5\mHsH0J5\mHsHj0J5U\mHsH5CJOJQJ\^JmHsHCJOJQJ^JmHsH #ĺCÝ%Ţ%úřöôô뤤[$\$$a$Ţ%ý,1h°Đ/ °ŕ=!°Ľ"°Ľ#‰$‰%°°Ä°Ä Ä i8@ń˙8 NormalCJ_HaJmH sH tH J`J Heading 1¤d¤d@&[$\$5CJ0KH$\aJ0F`"F Heading 2¤d¤d@&[$\$5CJ$\aJ$<A@ň˙Ą< Default Paragraph Font.U`˘ń. 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