
Ozônio
22/06/2010 - Duas regiões de SP escapam do índice alarmante de poluiçãoPor: Redação TN / Cetesb
A poluição do ar por ozônio é um problema grave em quase todo o estado de São Paulo. De um total de 32 áreas avaliadas entre 2007 e 2009, apenas duas ainda não estão saturadas pelo poluente. A situação da Região Metropolitana é motivo de grande preocupação: de 14 estações de monitoramento, dez tiveram poluição "severa" - o nível mais alto possível. Toda a capital já enfrenta concentração crítica desse poluente.
Etanol
22/06/2010 - Equilíbrio na produção da cana-de-açúcar pode reduzir emissão de GEEPor: Redação TN / Alicia Nascimento Aguiar, Esalq
A produção de cana-de-açúcar no estado de São Paulo ainda necessita encontrar um ponto de equilíbrio entre a adubação adequada para a manutenção da produção e a redução de óxido nitroso (N2O), que possui potencial de aquecimento 298 vezes maior que o dióxido de carbono (CO2). A conclusão é de um estudo realizado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, que buscou obter mais dados em relação às emissões de gases de efeito estufa (GEE) em áreas de plantio.
Entrevista- Ana Cristina Barros
22/06/2010 - Código Florestal: proposta permite período de cinco anos sem controle do desmatamentoPor: Redação TN / Bruno Calixto, Amazonia.org.br
A proposta de mudança do Código Florestal brasileiro, indicada pelo deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), vai permitir cinco anos sem qualquer controle do desmatamento - contrariando a afirmação do projeto de que durante cinco anos o desmatamento seria proibido. A interpretação é de Ana Cristina Barros, da ONG The Nature Conservancy (TNC). Ela acompanha os debates e as votações do Código Florestal na Comissão Especial para a Reforma do Código Florestal Brasileiro, na Câmara dos Deputados. Leia na íntegra.
Exploração de petróleo
22/06/2010 - Gabrielli diz que é necessário reforçar segurança para evitar acidentesPor: Redação TN / Nielmar Oliveira, Agência Brasil
O melhor tratamento a ser dado para vazamentos como o corrido em um bloco exploratório da British Petroleum (BP), na parte americana do Golfo do México, é evitar que eles ocorram. A afirmação foi feira pelo presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, durante a apresentação do Plano de Negócios 2010-2014, que prevê investimentos de US$ 224 bilhões nos próximos cinco anos - média de US$ 44,8 bilhões por ano no período. Gabrielli informou que, a partir do vazamento nas águas do Golfo, a estatal promoveu a revisão dos procedimentos preventivos, a análise dos equipamentos e reforçou os mecanismos de acompanhamento dos procedimentos operacionais.
Mais usinas
21/06/2010 - Hidrelétricas Rio Parnaíba podem ser construídasPor: Redação TN / Ibama
A Advocacia-Geral da União (AGU), por meio da sua Procuradoria Federal Especializada junto ao Ibama (PFE/Ibama), conseguiu o indeferimento de medida liminar que buscava a suspensão do processo de licenciamento ambiental para a construção de hidrelétricas no leito do Rio Parnaíba/PI.
Sol do deserto
21/06/2010 - UE prevê importação de energia solar do Saara em cinco anosPor: Redação TN / Christian Lowe, Reuters
A Europa iniciará a importação de eletricidade gerada pelo sol no norte da África dentro de cinco anos, disse o comissário de energia Gunther Oettinger em uma entrevista no último domingo (20/6). A União Européia (UE) está apoiando projetos para transformar a enorme quantidade de luz solar do deserto do Saara em eletricidade, um esquema que visa ajudar o bloco a alcançar a meta de suprir 20% da demanda energética com fontes renováveis até 2020.
Impactos socioambientais
21/06/2010 - Indígenas e ONGs condenam hidroelétricas no PeruPor: Redação TN / Jeremy Hance, Mongabay
Ambientalistas e grupos indígenas se uniram para condenar o plano de US$ 15 milhões para seis hidroelétricas na Amazônia peruana, assinado na semana passada pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Alan Garcia, do Peru. As usinas irão produzir seis mil megawatts, a maior parte destinada para o Brasil. Críticos afirmam que as represas vão inundar dezenas de milhares de hectares de florestas, acabar com o estilo de vida dos índios e serviria apenas a grandes corporações brasileiras.
Sem volta
21/06/2010 - Corte nas emissões de CO2 não evitará clima extremoPor: Redação TN / Fabiano Ávila, CarbonoBrasil / Met Office
Nem o melhor cenário para as próximas reuniões climáticas ou um acordo global com força de lei para reduzir emissões, evitaria fenômenos climáticos extremos nas próximas décadas. Esta é a conclusão do modelo computacional gerado por cientistas do Met Office, serviço meteorológico britânico (clique aqui para ver). Em artigo no periódico Geophysical Research Letters, eles afirmam que se as emissões voltassem para os níveis anteriores à revolução industrial ainda assim viveríamos o problema. Isso porque o ciclo da água do planeta já foi alterado pelo aquecimento global e não voltará ao que consideramos “normal”.
Amazônia
21/06/2010 - Projetos de usinas hidrelétricas e acordo com o Peru movimentam semanaPor: Redação TN / Amazonia.org.br
A assinatura de acordo energético entre Brasil e Peru, homologação do leilão da Usina de Belo Monte e protesto de operários que trabalham na construção da hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO) foram alguns dos destaques da semana passada. O acordo assinado na quinta-feira (17/6) entre o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Peru, Alan Garcia, prevê a construção de cerca de seis grandes hidroelétricas na Amazônia Peruana para gerar mais de 6.000 MW de energia, principalmente para exportação ao Brasil.
José Saramago
21/06/2010 - O homem que amava as florestasPor: Redação TN / Greenpeace
A morte de José Saramago, um dos maiores escritores da língua portuguesa, aos 87 anos, fez o mundo ficar de luto. O autor deixou um legado de boas histórias e exemplos de proteção às florestas. Em 25 de outubro de 2005, José Saramago lançou o primeiro livro impresso em papel e gráfica com certificação FSC no Brasil, "As Intermitências da Morte". O FSC, Conselho Brasileiro de Manejo Florestal, tem o único sistema de certificação independente que adota padrões socioambientais internacionalmente de manejo florestal.